CO CATEDRAL DIOCESE DE PARISDOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR29.03.2026Neste dia a Igreja recorda e entrada do Cristo Senhor em Jerusalém para consumar seu mistério pascal. Por isso, em todas as Missas comemora-se esta entrada do Senhor, antes da Missa principal, pela procissão ou pela entrada solene; antes de todas as outras, pela entrada simples. No entanto, em uma ou outra Missa celebrada com grande número de fiéis, pode-se repetir a entrada solene, mas não a procissão.Onde não se pode fazer nem a procissão nem a entrada solene, haja uma celebração da Palavra de Deus sobre a entrada messiânica e a Paixão do Senhor, no sábado à tarde ou no domingo em hora mais oportuna.COMEMORAÇÃO DA ENTRADA DO SENHOR EM JERUSALÉMNa hora conveniente, reúne a assembleia numa igreja menor ou em outro lugar apropriado fora da igreja, para onde se dirige a procissão. Os fiéis trazem ramos nas mãos.O sacerdote e o diácono, em vestes sagradas de cor vermelha como para a Missa, acompanhados por outros ministros, aproximam-se do lugar onde o povo está reunido. Durante a procissão o sacerdote poderá usar pluvial em vez de casula.Ⓔ O Bispo adentra de mitra e báculo, que depõe terminado o canto.ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Lc 12, 42)Durante a procissão, canta-se a seguinte antífona ou outro canto apropriado:HOSANA AO FILHO DE DAVI!HOSANA AO FILHO DE DAVI!BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!HOSANA AO FILHO DE DAVI!HOSANA AO FILHO DE DAVI!REI DE ISRAEL, HOSANA NAS ALTURAS!HOSANA AO FILHO DE DAVI!HOSANA AO FILHO DE DAVI!Ou, para a recitação:℣.: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Rei de Israel, hosana nas alturas!SAUDAÇÃOO sacerdote diz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e todos fazem o sinal da cruz. Em seguida saúda a assembleia como de costume. E por breve exortação convida os fiéis a participarem ativa e conscientemente da celebração deste dia, com estas palavras ou outras semelhantes:Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.℟.: Amém.EXORTAÇÃOPres.: Meus irmãos e minhas irmãs: durante as cinco semanas da Quaresma preparamos o nosso coração pela penitência e obras de caridade. Hoje aqui nos reunimos e iniciamos, com toda a Igreja, a celebração do mistério pascal de nosso Senhor, sua morte e ressurreição. Para consumá-lo, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Por isso, celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.BENÇÃO DOS RAMOSO sacerdote, de braços abertos, diz uma das orações seguintes:Pres.: Oremos.Deus eterno e todo-poderoso, santificai + estes ramos com a vossa bênção para que possamos chegar à eterna Jerusalém, seguindo com alegria o Cristo, nosso Rei. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.℟.: Amém.Ou:Pres.: Oremos.Ó Deus de bondade, aumentai a fé dos que esperam em vós e ouvi as preces dos que vos suplicam; apresentando hoje ao Cristo vencedor os nossos ramos possamos nele frutificar em boas obras. por Cristo, nosso Senhor.℟.: Amém.O sacerdote, sem nada dizer, asperge os ramos com água benta.Ⓔ O Bispo pode distribuir os ramos aos concelebrantes, aos ministros e a alguns fiéis. Em seguida, o Bispo deita incenso no turíbulo, dá a bênção ao diácono que vai proclamar o Evangelho e recebe o seu ramo, e fica com ele durante a proclamação do Evangelho. Se porventura fizer homilia, entrega o ramo e recebe a mitra e o báculo, a não ser que julgue preferível de outro modo.EVANGELHO
(Mt 21, 1-11)O diácono ou, na falta dele, o sacerdote, proclama, conforme o costume, o Evangelho da entrada do Senhor em Jerusalém, segundo um dos quatro Evangelistas. Se for oportuno pode-se usar incenso.℣. : O Senhor esteja convosco.℟.: Ele está no meio de nós.O diácono ou o sacerdote diz:℣. : Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateuse, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.℟.: Glória a vós, Senhor.Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣. : Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! 3Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles’, mas logo os devolverá’”.4Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: 5“Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta”.6Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. 7Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. 8A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”10Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?” 11E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia”.℣. : Palavra da Salvação.℟.: Glória a vós, Senhor.PROCISSÃOApós o Evangelho poderá haver uma breve homilia. O sacerdote, o diácono ou um ministro leigo dá início à procissão com estas palavras ou outras semelhantes:℣.: Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com alegria a nossa procissão.Ou:℣.: Sigamos em paz.E todos respondem:℟.: Em nome de Cristo. Amém.Ⓔ O Bispo recebe a mitra e seu ramo. O báculo pode ser levado a frente do Bispo.Inicia-se a procissão para a igreja onde será celebrada a Missa. À frente, vai o turiferário com o turíbulo fumegante, caso se use incenso; em seguida, o cruciferário com a cruz ornamentada com ramos, conforme o costume do lugar, entre dois ministros com velas acesas; depois o diácono com o Evangeliário, o sacerdote e os ministros, seguidos pelo povo com seus ramos.CANTOS PARA PROCISSÃODurante a procissão, o coro e o povo cantam os seguintes cânticos ou outros apropriados, em honra de Cristo Rei.Opção IOS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRACORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHORCANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADORCANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADORO MUNDO E TUDO QUE TEM NELE É DE DEUSA TERRA E OS QUE AÍ VIVEM, TODOS SEUSFOI DEUS QUE A TERRA CONSTRUIU POR SOBRE OS MARESNO FUNDO DO OCEANO, SEUS PILARESOS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRACORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHORCANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADORCANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADORQUEM VAI MORAR NO TEMPLO DE SUA CIDADE?QUEM PENSA E VIVE LONGE DAS VAIDADESPOIS DEUS, O SALVADOR, O ABENÇOARÁNO JULGAMENTO O DEFENDERÁOS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRACORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHORCANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADORCANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOROpção IIHOSANA HEI HOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HEIHOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HEIHOSANA HAELE É O SANTO ELE É O FILHO DE MARIAELE É O DEUS DE ISRAEL, ELE É O FILHO DE DAVISANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSOGLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADORHOSANA HEI HOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HEIHOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HEIHOSANA HAVAMOS A ELE COM AS FLORES DOS TRIGAISCOM OS RAMOS DE OLIVEIRA COM ALEGRIA E MUITA PAZSANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSOGLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADORHOSANA HEI HOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HEIHOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HEIHOSANA HAELE É O CRISTO É O UNIFICADORÉ HOSANA NAS ALTURAS É HOSANA NO AMORSANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSOGLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADORHOSANA HEI HOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HEIHOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HAHOSANA HEI HOSANA HEIHOSANA HA
MISSA
ORAÇÃO COLETA
ORAÇÃO COLETA
Após a procissão ou a entrada solene, o sacerdote começa a Missa com a Coleta.
Pres.: — Oremos.
Pres.: — Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
— Deus eterno e todo-poderoso, para dar ao gênero humano um exemplo de humildade,
— quisestes que o nosso Salvador assumisse a condição humana e morresse na cruz.
— Concedei-nos aprender os ensinamentos de sua paixão e participar de sua ressurreição.
— Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: — Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Is 50, 4-7)
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías
O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 21)
— MEU DEUS, MEU DEUS, POR QUE ME ABANDONASTES?
— RIEM DE MIM TODOS AQUELES QUE ME VEEM, TORCEM OS LÁBIOS E SACODEM A CABEÇA: “AO SENHOR SE CONFIOU, ELE O LIBERTE E AGORA O SALVE, SE É VERDADE QUE ELE O AMA!”
— CÃES NUMEROSOS ME RODEIAM FURIOSOS, E POR UM BANDO DE MALVADOS FUI CERCADO. TRANSPASSARAM MINHAS MÃOS E OS MEUS PÉS E EU POSSO CONTAR TODOS OS MEUS OSSOS.
— ELES REPARTEM ENTRE SI AS MINHAS VESTES E SORTEIAM ENTRE SI A MINHA TÚNICA. VÓS, PORÉM, Ó MEU SENHOR, NÃO FIQUEIS LONGE, Ó MINHA FORÇA, VINDE LOGO EM MEU SOCORRO!
— ANUNCIAREI O VOSSO NOME A MEUS IRMÃOS E NO MEIO DA ASSEMBLEIA HEI DE LOUVAR-VOS! VÓS QUE TEMEIS AO SENHOR DEUS, DAI-LHE LOUVORES, GLORIFICAI-O, DESCENDENTES DE JACÓ, E RESPEITAI-O, TODA A RAÇA DE ISRAEL!
SEGUNDA LEITURA
(Fl 2, 6-11)
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses
Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
SALVE, Ó CRISTO OBEDIENTE!
SALVE, AMOR ONIPOTENTE,
QUE TE ENTREGOU À CRUZ
E TE RECEBEU NA LUZ!
O CRISTO OBEDECEU ATÉ A MORTE,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU O BOM JESUS,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU, SERENO E FORTE,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU ATÉ A CRUZ.
SALVE, Ó CRISTO OBEDIENTE!
SALVE, AMOR ONIPOTENTE,
QUE TE ENTREGOU À CRUZ
E TE RECEBEU NA LUZ!
Os diáconos que vão proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pedem a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
HISTÓRIA DA PAIXÃO DO SENHOR
Narrador: Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Lucas.
Naquele tempo, toda a multidão se levantou e levou Jesus a Pilatos. Começaram então a acusá-lo, dizendo:
℟.: ‘Achamos este homem fazendo subversão entre o nosso povo, proibindo pagar impostos a César e afirmando ser ele mesmo Cristo, o Rei.’
Narrador: Pilatos o interrogou:
Leitor: ‘Tu és o rei dos judeus?’
Narrador: Jesus respondeu, declarando:
℣.: ‘Tu o dizes!’
Narrador: Então Pilatos disse aos sumos sacerdotes e à multidão:
Leitor: ‘Não encontro neste homem nenhum crime.’
Narrador: Eles, porém, insistiam:
℟.: ‘Ele agita o povo, ensinando por toda a Judéia, desde a Galiléia, onde começou, até aqui.’
Narrador: Quando ouviu isto, Pilatos perguntou:
Leitor: ‘Este homem é galileu?’
Narrador: Ao saber que Jesus estava sob a autoridade de Herodes, Pilatos enviou-o a este, pois também Herodes estava em Jerusalém naqueles dias. Herodes ficou muito contente ao ver Jesus, pois havia muito tempo desejava vê-lo. Já ouvira falar a seu respeito e esperava vê-lo fazer algum milagre. Ele interrogou-o com muitas perguntas. Jesus, porém, nada lhe respondeu. Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei estavam presentes e o acusavam com insistência. Herodes, com seus soldados, tratou Jesus com desprezo, zombou dele, vestiu-o com uma roupa vistosa e mandou-o de volta a Pilatos. Naquele dia Herodes e Pilatos ficaram amigos um do outro, pois antes eram inimigos. Então Pilatos convocou os sumos sacerdotes, os chefes e o povo, e lhes disse:
Leitor: ‘Vós me trouxestes este homem como se fosse um agitador do povo. Pois bem! Já o interroguei diante de vós e não encontrei nele nenhum dos crimes de que o acusais; nem Herodes, pois o mandou de volta para nós. Como podeis ver, ele nada fez para merecer a morte. Portanto, vou castigá-lo e o soltarei.
Narrador: Toda a multidão começou a gritar:
℟.: ‘Fora com ele! Solta-nos Barrabás!’
Narrador: Barrabás tinha sido preso por causa de uma revolta na cidade e por homicídio. Pilatos falou outra vez à multidão, pois queria libertar Jesus. Mas eles gritavam:
℟.: ‘Crucifica-o! Crucifica-o!’
Narrador: E Pilatos falou pela terceira vez:
Leitor: ‘Que mal fez este homem? Não encontrei nele nenhum crime que mereça a morte. Portanto, vou castigá-lo e o soltarei.’
Narrador: Eles, porém, continuaram a gritar com toda a força, pedindo que fosse crucificado. E a gritaria deles aumentava sempre mais. Então Pilatos decidiu que fosse feito o que eles pediam. Soltou o homem que eles queriam – aquele que fora preso por revolta e homicídio – e entregou Jesus à vontade deles. Enquanto levavam Jesus, pegaram um certo Simão, de Cirene, que voltava do campo, e impuseram-lhe a cruz para carregá-la atrás de Jesus. Seguia-o uma grande multidão do povo e de mulheres que batiam no peito e choravam por ele. Jesus, porém, voltou-se e disse:
℣.: ‘Filhas de Jerusalém, não choreis por mim! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos! Porque dias virão em que se dirá: ‘Felizes as mulheres que nunca tiveram filhos, os ventres que nunca deram à luz e os seios que nunca amamentaram’. Entóo começarão a pedir às montanhas: ‘Caí sobre nós! e às colinas: ‘Escondei-nos!’ Porque, se fazem assim com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca?’
Narrador: Levavam também outros dois malfeitores para serem mortos junto com Jesus. Quando chegaram ao lugar chamado ‘Calvário’, ali crucificaram Jesus e os malfeitores: um à sua direita e outro à sua esquerda. Jesus dizia:
℣.: ‘Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!’
Narrador: Depois fizeram um sorteio, repartindo entre si as roupas de Jesus. O povo permanecia lá, olhando. E até os chefes zombavam, dizendo:
℟.: ‘A outros ele salvou. Salve-se a si mesmo, se, de fato, é o Cristo de Deus, o Escolhido!’
Narrador: Os soldados também caçoavam dele; aproximavam-se, ofereciam-lhe vinagre, e diziam:
℟.: ‘Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!’
Narrador: Acima dele havia um letreiro:
℟.: ‘Este é o Rei dos Judeus.’
Narrador: Um dos malfeitores crucificados o insultava, dizendo:
Leitor: ‘Tu não és o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós!’
Narrador: Mas o outro o repreendeu, dizendo:
Leitor: ‘Nem sequer temes a Deus, tu que sofres a mesma condenação? Para nós, é justo, porque estamos recebendo o que merecemos; mas ele não fez nada de mal.’
Narrador: E acrescentou:
Leitor: ‘Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado.’
Narrador: Jesus lhe respondeu:
℣.: ‘Em verdade eu te digo: ainda hoje estarás comigo no Paraíso.’
Narrador: Já era mais ou menos meio-dia e uma escuridão cobriu toda a terra até às três horas da tarde, pois o sol parou de brilhar. A cortina do santuário rasgou-se pelo meio, e Jesus deu um forte grito:
℣.: ‘Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito.’
Narrador: Dizendo isso, expirou.
Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa.
Narrador: O oficial do exército romano viu o que acontecera e glorificou a Deus dizendo:
℟.: ‘De fato! Este homem era justo!’
Narrador: E as multidões, que tinham acorrido para assistir, viram o que havia acontecido, e voltaram para casa, batendo no peito. Todos os conhecidos de Jesus, bem como as mulheres que o acompanhavam desde a Galiléia, ficaram à distância, olhando essas coisas.
Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)
Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉS
Pres.: Irmãos e irmās, seguindo a Cristo, que entra em Jerusalém para assumir o projeto salvífico da Cruz, invoquemos o Pai misericordioso pela salvação de todos os homens, dizendo:
℟.: Pela paixão do vosso Filho, escutai-nos, Senhor.
1. Para que, reunidos em torno deste altar, celebremos com ânimo as festas pascais que se aproximam, sendo purificados de tudo o que obscurece a fé, enfraquece a esperança е extingue a caridade, peçamos.
2. Para que, recordando a graça do Batismo neste itinerário quaresmal, renovemos a renúncia ao maligno e reavivemos a adesão de fé ao Cristo ressuscitado, que é a força da nossa caminhada eclesial, missionária e pastoral, peçamos.
3. Para que os candidatos ao Batismo na grande Vigília Pascal sejam acolhidos como um grande dom do Pai, e desperte em todos nós a consciência de ser uma só família nascida das águas do Batismo, peçamos.
4. Para que o Espírito Santo desperte em nosso coração a consciência do pecado social e nos dê a coragem de procurar o sacramento da Reconciliação para que vivamos uma Páscoa renovada e animada em torno da Eucaristia e da comunidade dos irmãos e irmãs, peçamos.
Pres.: Pai de misericórdia, escutai a oração do vosso Povo, que celebra a paixão do vosso Filho, fazei que saibamos segui-lo com fidelidade em todos os momentos da vida. Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
O SERVO DO SENHOR
FEZ SUA, NOSSA DOR.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
DE ADÃO A TRISTE SORTE,
AO CRISTO TROUXE A MORTE.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
EIS O CORDEIRO MUDO,
VAZIO ESTÁ DE TUDO.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: — Pela paixão do vosso Filho Unigênito, apressai, Senhor,
— a hora da nossa reconciliação; concedei-nos, por este único
— e admirável sacrifício, a misericórdia que não
— merecemos por nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: — Amém.
PREFÁCIO
(A Paixão do Senhor)
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
℟.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
℟.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: — É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.:
— Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças,
— Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças,
— sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, nosso Senhor.
—Inocente, dignou-se sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos.
— Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição trouxe-nos a justificação.
— Por isso, com todos os anjos, nós vos louvamos em alegre celebração, cantando sem cessar:
— Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição trouxe-nos a justificação.
— Por isso, com todos os anjos, nós vos louvamos em alegre celebração, cantando sem cessar:
Santo
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR! HOSANA NAS ALTURAS!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: — Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: — Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Gregório, com o nosso Bispo N., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Pres.: — Por Cristo, com Cristo, e em Cristo,
— a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo,— toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: — Amém! Amém! Amém!
ORAÇÃO DO SENHOR
(Tonus Solemnis)
(Tonus Solemnis)
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: — Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: — Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
℟.: — Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: — Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
Pres.: — Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
℟.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE,TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE,TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, SENHOR, A VOSSA PAZ.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: — Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
EIS QUE EU VOS DOU
UM NOVO MANDAMENTO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
VÓS SEREIS OS MEUS AMIGOS
SE SEGUIRDES MEU PRECEITO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PERMANECEI EM MEU AMOR
E SEGUI MEU MANDAMENTO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: — Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
—Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, Senhor:
—como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos,
—dai-nos, pela sua ressurreição, alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: — Amém.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
℟.: — Ele está no meio de nós.
Pres.: — Deus, o Pai de misericórdia, que vos deu um exemplo de amor na paixão do seu Filho, vos conceda, pelo vosso serviço a Deus e ao próximo, o dom inefável da sua bênção.
℟.: — Amém.
Pres.: — Deus que, pela morte do Filho na cruz nos livrou da morte eterna, vos conduza à vida que não tem fim.
℟.: — Amém.
Pres.: — Deus torne participantes da ressurreição de Cristo a vós que seguistes o seu testemunho de humildade.
℟.: — Amém.
Pres.: —Olhai, Senhor, esta vossa família, pela qual nosso Senhor Jesus Cristo
— não hesitou entregar-se às mãos dos malfeitores e sofrer o suplício da cruz.
—Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℟.: — Amém.
Pres.: — E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: — Amém.℣.: — Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: — Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.